Ninguém diz, mas o apoio fechado entre o PPS e Madeira é a eleição do pastor Luis Carlos Porto como deputado federal em 2010. É óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Imagine você, um vice-governador ter que romper com seu maior aliado por conta da promessa de eleição a deputado. Aliás, se for eleito, Madeira vai ter que ao menos dobrar o número de secretarias, ampliar o número de vagas na Câmara Municipal e de quebra eleger pelo menos uns quatro federais e uns seis estaduais. São tantas e tamanhas as promessas de eleger quem o apóia que nem mesmo Teotônio Vilela acreditaria.
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