Marcos Franco Couto

Em plena Semana Santa

Uma da semana santa, para não passar em branco. Estou em São Luis e faz tempo que não andava de ônibus urbano. Em Imperatriz o sistema público de transporte praticamante inexiste. Melhor pegar lotação pagando dois reais e descer próximo ao destino, ou um mototaxi lhe deixa onde quiser por três contos.
Bom, mas estava no ônibus e primeiro entra um jovem de rosto pintado se dizendo terapeuta do riso. Vendia uns cartões com poesia barata para ajudar a entidade, que segundo ele leva alegria a crianças doentes nos hospitais etc. Cada cartão cinquenta centavos. Dei dois reais a ele e recusei o cartão. Depois levantou-se um homem bem vestido com uma Bíblia nas mãos. Daquelas grandes, de mesa. Desceu palavrório sobre Jesussss etc etc etc. Mas o que me chamou a atenção foi a forma como se referia aos homossexuais. Primeiro ele disse que para Jesussss todo mundo é igual; depois disse que Deus fez o homem e a mulher - e não homem e homem ou mulher e mulher - e que as pessoas que são assim devem orar para voltar ao normal. Vá entender.

1 Comment:

Anônimo said...

Olá! Meu nome é Francisco Taylon. Tenho 18 anos. Sou estudante de direito. Residente em João Lisboa. 11 km de Imperatriz.

Falar de religião e preconceito, é ter assunto para falar por muito tempo. E escutar as alternativas religiosas para conter os preconceitos são absurdas. Como a oração sugerida para salvar a alma de um homossexual como o senhor mesmo publicou. Na minha opinião. Em casos como esses a religião não deve ser muito escutada. Pois o dogma de algumas religiões são extremamente preconceituosos para com algumas classes da sociedade que não são consideradas, por elas, como normais ou que não atendem um padrão, elaboradas por elas mesmas, diga-se de passagem. Muito interessante essa postagem. É valida a informação.

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Grato.